terça-feira, 11 de outubro de 2016

Governador Pimentel confia no PMDB e no PV para salvar seu mandato

Governador Pimentel confia no PMDB e no PV para salvar seu mandato

Resultado de imagem para fernando pimentel charges
Charge do Renato (Arquivo Google)
Leonardo AugustoEstadão
Se no plano federal o PMDB contribuiu para o impeachment da presidente cassada Dilma Rousseff, em Minas Gerais a expectativa é de que a legenda ajude a salvar o governador Fernando Pimentel (PT). A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de que cabe à Assembleia Legislativa autorizar a abertura de ação penal contra Pimentel na Operação Acrônimo foi comemorada pelos petistas, que confiam na fidelidade da bancada do PMDB ao Palácio Tiradentes.
Os peemedebistas formam a maior bancada da Assembleia, com 13 parlamentares. O apoio do partido é amarrado em cargos oferecidos por Pimentel. Para evitar um processo no STJ, o governador precisa dos votos de 26 dos 77 deputados da Assembleia. A segunda maior bancada na Casa é do PT, com 9 deputados.

O PMDB comanda cinco secretarias no Estado: Saúde, com Sávio Souza Cruz, Agricultura e Pecuária, com João Cruz, Cultura, com Ângelo Oswaldo, Meio Ambiente, com Jairo Isaac – aliado do ex-governador Newton Cardoso –, e Cidades e Integração Regional, com Izabel Chiodi.
CORRUPÇÃO FEDERAL – Pimentel foi denunciado pelo Ministério Público Federal por corrupção passiva, lavagem e ocultação de bens e valores por ter supostamente recebido vantagens indevidas no período em que exerceu o cargo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
A autorização do Legislativo estadual não é exigida expressamente na Constituição mineira como condição para a abertura de processo contra o governador por crimes comuns, mas a maioria da Corte Especial do STJ (por 8 votos a 6) entendeu na quarta-feira, 5, que essa autorização “é um imperativo do princípio da simetria, pelo qual as constituições estaduais devem guardar uma relação simétrica com os institutos jurídicos da Constituição Federal”.
O líder do governo na Casa, Durval Ângelo (PT), divulgou nota logo após a decisão da corte na qual afirma que “o governador já tem 55 votos garantidos” entre os deputados estaduais. “Sendo que precisamos de 26.”
ALIANÇA ANTIGA – Sobre o PMDB, o líder petistadisse que o alinhamento do governo com o partido “é fruto de uma aliança de 16 anos com o PT no Estado, à qual dará sustentação, inclusive, para a reeleição do governador Fernando Pimentel”.
O principal aliado do governador no Legislativo é o presidente da Casa, Adalclever Lopes (PMDB). O atual vice-presidente da Cemig, Carlos Roberto Castellari Porchia, é apontado por integrantes do partido como uma indicação de Adalclever.
Antes de o executivo assumir o cargo, no mês passado, ocupava o posto o advogado Mateus Moura, ligado ao vice-governador Antonio Andrade (PMDB).
“DESIDRATANDO” – Pimentel, no entanto, vem “desidratando” a influência do companheiro de chapa – que assumiria o governo em caso de afastamento do petista – na administração estadual. Além de Moura, indicados de Andrade perderam cargos também no Departamento de Obras Públicas (Deop) e na Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Na segunda-feira, 3, Pimentel teve uma demonstração do apoio da bancada peemedebista após o vice anunciar apoio a João Leite (PSDB) no segundo turno da disputa pela prefeitura de Belo Horizonte. Os deputados da legenda reagiram e divulgaram nota dizendo tratar de posição pessoal de Andrade.
APOIO DO PV – Além dos 22 parlamentares do PMDB e PT, o chefe do Poder Executivo na Casa tem bom relacionamento também com o PV, que tem sete deputados. O bloco Minas Melhor, do qual participam PT e PMDB, além de outros cinco partidos que fazem parte da base de Pimentel, soma 31 parlamentares. A única dificuldade do governo deverá ser no bloco formado por PSDB e DEM, que tem 21 parlamentares.
Segundo Rogério Correia (PT), líder do Minas Melhor, a aliança de Pimentel com o PMDB não envolve apenas cargos. “Temos um alinhamento que já dura muitos anos. Nós constituímos juntos, por exemplo, o Bloco Minas Sem Censura, que fez oposição aos governos tucanos em Minas de Aécio Neves, Antonio Anastasia e do Alberto Pinto Coelho (PP)”, afirmou o parlamentar.
###
NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – O vice-governador Antonio Andrade é do PMDB. O líder do PT está por demais otimista. Acha que pode confiar no PMDB e no PV, que não têm motivos para apoiar Pimentel, um dos governadores mais corruptos dos últimos tempos, parece que nesse particular só perde para Sergio Cabral, que é imbatível. (C.N.)  

Esquerda democrática no Brasil? Onde?

Resultado de imagem para esquerda charges
Charge do Iotti, reprodução da Zero Hora
Marcelo Câmara
Após passearmos, criticamente, sobre o PT e o PDT e constatarmos que o primeiro falece desmoralizado e degradado, depois de rasgar as tradicionais bandeiras populares da Esquerda, de participação, ética, igualdade de oportunidades, distribuição de renda e justiça social, através de um projeto desonesto de poder, que incluiu a demagogia institucionalizada, o descalabro administrativo, a orgia orçamentária e fiscal, a gastança criminosa e a corrupção generalizada via aparelhamento do Estado; e o segundo partido, o PDT, aliando-se, incondicionalmente, ao PT, traiu os seus compromissos históricos com o Trabalhismo Brasileiro – neste artigo vamos iluminar a atualidade das outras agremiações que se apresentam como “de Esquerda”, e questionar: Podem elas, realmente, serem identificadas, pelos seus ideários, programas e condutas políticas, como “Partidos Socialistas Democráticos”, no amplo espectro de opções ideológicas antiliberais e anticonservadoras?
PSDB – A Social Democracia pode ser definida como um Socialismo reformista, não revolucionário, dentro do Capitalismo, com pluralidade de representação política, mas onde, mantendo-se a economia de mercado, a livre iniciativa e o lucro, o capital é rigidamente regrado. O Estado intervém na economia, visando ao bem-estar social, melhor distribuição de renda, um aperfeiçoamento do sistema capitalista, tornando-o mais igualitário, mais democrático, mais justo.
Nascidos no útero do marxismo, originalmente os social-democratas, ao contrário dos marxistas ortodoxos, criam que, através do “reformismo”, do revisionismo da doutrina de Marx e Engels, chegar-se-ia ao Socialismo, através da própria evolução social e política. Na Alemanha, a divergência aberta por Eduard Bernstein contra os socialistas revolucionários de Rosa Luxemburgo, formalizou a cisão no início do século passado. Em seguida, dentro da própria Social-Democracia, novas cisões: caminhar rumo ao Socialismo ou permanecer no Capitalismo, transformando-o, via sistema representativo e eleições e através da nacionalização das empresas, programas sociais radicais como educação e saúde públicas universalizadas e maiores tributos para os mais ricos.
TERCEIRA VIA – No pós-guerra, se aproximam e se aliam aos partidos de centro, originando a atual “Terceira Via”, configurada com o fim da URSS e a queda do Muro de Berlim, que congrega “social-democratas” com os “verdes”, tornando prioritários programas sociais de distribuição de renda, as lutas ecológicas e pelos direitos humanos. No mundo, raros são os partidos verdadeiramente social-democratas. Quase todos se transformaram em neoliberais. Entre nós, o PSDB de Mário Covas e FHC já nasceu como “Terceira Via”, uma pseudo Social-Democracia, deturpada, não-socialista. Confirmou-se, na prática, o seu caráter neoliberal, privatista e antinacional.
Se há algum social-democrata, socialista democrata, no PSDB? Ocupando cargos eletivos e militantes, certamente, não. Talvez, alguns eleitores mal informados, iludidos, impressionados com a insígnia “Social-Democracia Brasileira”. No Brasil, os únicos partidos, genuinamente, social-democratas, socialistas democratas que existiram foram o PTB pré-64 e o PDT de Leonel Brizola, hoje ambos finados. Brizola foi Vice-Presidente e Presidente de Honra da Internacional Socialista, que reunia os autênticos da ideologia, distantes das “Internacionais Comunistas” ouKomintern, depois Kominform, ambas dissolvidas em 1943 e 1956 respectivamente, sob o comando da extinta URSS.
PPS – Fundado em 1992 por Roberto Freire, um dos quadros mais importantes do PCB, numa dissensão deste, com a derrocada da URSS e do Comunismo no mundo, o Partido Popular Socialista nasce se proclamando “social democrata”, “socialista democrático”, “novo Socialismo” e, ao mesmo tempo, apoiando a “Terceira Via” que nada se identifica com a verdadeira Esquerda. O partido toma o número 23, do antigo “partidão” e, desde a primeira hora apóia o Governo Itamar Franco, dele participa e tem o próprio Freire como seu líder na Câmara. O Governo Itamar, com o apoio do PPS, viabiliza a chegada do PSDB ao poder, e sua política neoliberal, integrando o Governo FHC e mesmo o governo de Lula até 2003.
Nacional e regionalmente, nos Estados e Capitais, a história do PPS registra alianças inimagináveis com o DEM, o PL, o PTB e PT do B, com vários setores da Direita. O PPS só acorda para fazer oposição à Lula e, depois, à Dilma, com o Mensalão. No STF é processado por usar a história e os símbolos do quase centenário PCB. A rigor, a trajetória e façanhas do PPS não o credenciariam como um partido com identidade ao Socialismo Democrático.
No entanto, atualmente, sua firme e contundente postura ética e de ação política de oposição aos governos de Lula e Dilma e a favor do impeachment, alinhado com o compromisso de recuperação do País, recoloca o PPS na sua linha ideológica original, na qual foi criado, ou seja, na Esquerda Democrática.
(No próximo artigo, visitaremos, criticamente, outros partidos que se apresentam como “Socialistas Democráticos”).

O voo poético de Menotti Del Picchia, acima dos mistérios da vida

http://2.bp.blogspot.com/-hAk2mRLCaz4/UPPzgSqyw7I/AAAAAAAAC9o/8skS4dlwsGM/s640/menotti+del+picchia2.jpgPaulo Peres
Site Poemas & Canções
O jornalista, tabelião, advogado, político, romancista, cronista, pintor, ensaísta e poeta paulista Paulo Menotti Del Picchia (1892-1988), no poema “O Voo”, nos fala da importância do esforço que devemos realizar diante dos obstáculos que o cotidiano nos impõe, em voos semelhantes aos pássaros. O poema também pode ser interpretado como “uma lição de vida”.
O VOO
Menotti Del Picchia
Goza a euforia do voo do anjo perdido em ti
Não indagues se nossas estradas, tempo e vento
desabam no abismo.
que sabes tu do fim…
Se temes que teu mistério seja uma noite,
enche-o de estrelas
conserva a ilusão de que teu voo te leva sempre para mais alto
no deslumbramento da ascensão
Se pressentires que amanhã estarás mudo, esgota como
um pássaro as canções que tens na garganta
canta, canta para conservar a ilusão de festa e de vitória
talvez as canções adormeçam as feras que esperam
devorar o pássaro
Desde que nasceste não és mais que um voo no tempo
rumo ao céu?
que importa a rota
voa e canta enquanto resistirem as asas.

Comércio de Ipanema é uma síntese da crise dos salários e do consumo

Resultado de imagem para lojas fechadas em Ipanema
Há cerca de 100 lojas desocupadas em Ipanema para alugar
Pedro do Coutto
Reportagem de Mauricio Ferro, O Globo, edição de segunda-feira, colocou em destaque o fato de nada menos que cem lojas terem fechado as portas em Ipanema, bairro de renda alta, da mesma forma que o Leblon. Acentuou também que de janeiro a julho deste ano, 2.376 estabelecimentos comerciais terem encerrado suas atividades no Rio de Janeiro. O fenômeno reflete a queda do consumo, a alta dos alugueis, conduzindo a demissões e, portanto, a perda do poder aquisitivo.
E se tal processo crítico atinge Ipanema, pode-se fazer uma ideia do que está acontecendo na cidade do Rio, de modo geral. Estamos em plena crise e dela, na melhor das hipóteses, levaremos muito tempo para dela nos livrar. Não será fácil o caminho. A raiz do problema encontra-se na defasagem dos salários diante da inflação, cujo crescimento registra-se quase diariamente.
Importante ler-se o suplemento especial de O Estado de São Paulo, edição desta segunda-feira, relacionando os índices inflacionários anuais desde 99 até a taxa de 5,4% verificada pelo IBGE no período de janeiro a julho deste ano. Na verdade, as reposições salariais estão perdendo para a taxa de 2015, escala de 10,6%, acrescida dos 5,4 pontos de 2016.
AJUSTE FISCAL – A solução do desafio não está apenas na aprovação do ajuste fiscal das contas públicas. Este, na realidade, é um obstáculo menor diante da recessão que tomou conta do país, recalcando a economia brasileira. Mas citei o suplemento especial de O Estado de São Paulo. Como sair do redemoinho recessivo?
A pergunta exige uma resposta concreta. O ajuste fiscal nada representa demais. Somente que as despesas públicas não cresçam, de um exercício para outro acima da inflação oficial registrada no ano anterior. Qual o problema? Nenhum. Desde que nesse processo incluam-se os vencimentos dos servidores públicos. Caso contrário, claro, o consumo permanecerá em retração. E as lojas de Ipanema, do Leblon, de todo o Rio de Janeiro, e das capitais brasileiras permanecerão encerrando suas atividades.
Na edição de segunda-feira 10, O Estado de São Paulo divulgou o declínio da renda per capita no Brasil, o PIB dividido pelo número dee habitantes. Em 2015, o PIB recuou 3,8%. A população, já descontada a taxa de falecimentos, cresceu 0,8%. Assim, a redução da renda per capita atingiu 4,6 pontos.
DÍVIDA PÚBLICA – O economista Amir Khaim, professor da FGV-SP, chamou atenção para o fato (concreto) de que o pagamento de juros pelo governo representar 82% do déficit fiscal. Porém, muitos analistas voltam-se para a área social como a causa do desequilíbrio, especialmente as despesas com a Previdência Social, pagas pelo INSS. Não é verdade.
Indispensável, portanto, desfazer-se esse equívoco. As contas públicas nada têm a ver com os níveis de consumo. Os níveis de consumo dependem, isso sim, da capacidade do poder aquisitivo da população.
E os níveis de consumo dependem da renda per capita e da diminuição do desemprego que aterroriza, crime e sufoca tanto os trabalhadores quanto os funcionários públicos brasileiros. Fora de tal equação não haverá saída. Nem para povo, nem para o governo Michel Temer.

Marcelo Odebrecht vai revelar a lista dos corruptos, incluindo Dilma e Temer

Resultado de imagem para marcelo odebrecht chargesCarlos Newton
Duas frases de forte impacto marcaram a trajetória da Operação Lava Jato. Quando o filho Marcelo foi preso, em 19 de junho de 2015, o empresário Emilio Odebrecht desabafou: “Vão ter de construir mais três celas: para mim, para Lula e para Dilma!”. Depois, em 6 de novembro de 2015 o ministro Teori Zavascki, relator do inquéritos e processos no Supremo, avisou: “O pior ainda está para vir”.
AS TRÊS CELAS – A explosiva advertência de Emilio Odebrecht não se concretizou totalmente, porque ainda não existe acusação contra ele, que fazia armações com o governo na era de FHC e só agora a Lava Jato está começando a devassar aquele período de privatizações e negociatas à la carte, digamos assim. Por isso, a cela de Emílio Odebrecht ficou destinada a seu filho Marcelo, a quem ele ensinou a lidar com os governantes, políticos e autoridades.
Mas a previsão está mesmo se realizando, pois já existe outra cela à espera do ex-presidente Lula da Silva. E a cela da ex-presidente Dilma Rousseff só depende das revelações que Marcelo Odebrecht terá de fazer sobre seu relacionamento direto com ela, no caso da compra e venda de Medidas Provisórias e atos do governo que o ministro Guido Mantega negociava, conforme já ficou provado nas investigações.
E-MAIL COMPROMETEDOR -Por enquanto, o que se sabe está nas mensagens apreendidas pela força-tarefa da Lava Jato. Um e-mail enviado a Marcelo Odebrecht pelo diretor jurídico da empreiteira, Maurício Ferro, comprova que era Dyogo de Oliveira (secretário-geral do Ministério da Fazenda no governo Dilma) quem conduzia as operações fraudulentas, que à época estavam enfrentando resistências da Receita Federal.
Será importante você ter a reunião com GM (Guido Mantegaamanhã depois da PR (presidente Dilma Rousseff). Receita continua criando dificuldades e Dyogo precisará do apoio do ministro”, sugeriu o diretor Ferro ao presidente Marcelo Odebrecht.
Surpreendentemente, o operador das macrofalcatruas do governo Dilma acabou sendo aproveitado na equipe econômica de Temer e veio a substituir Romero Jucá no Ministério do Planejamento. Investigado na Lava Jato, na Zelotes e no favorecimento de um empréstimo de R$ 375 milhões à Cervejaria Itaipava pelo Banco do Nordeste, do qual era conselheiro, Dyogo de Oliveira espantosamente continua à frente do Planejamento, vejam bem a esculhambação que caracteriza o governo brasileiro nessa fase pós-impeachment.
ENFIM, A DELAÇÃO – Depois de marchas e contramarchas, anuncia-se que finalmente Marcelo Odebrecht resolveu depor. Isso significa que vai revelar quem são os governantes, parlamentares e autoridades cujos codinomes constam da planilha do Setor de Operações Estruturadas da empreiteira. Mais conhecido como “Departamento de Propinas”, esse setor era supervisionado diretamente por Marcelo Odebrecht, e poucos executivos da empresa sabem quem são “Italiano”, “Pós-Itália”, “Nervosinho” e tantos outros. Agora, especula-se que o codinome “Sem Medo” seria de Michel Temer. Logo saberemos, porque o empreiteiro enfim vai contar.
É a delação mais importante desde que o doleiro Alberto Yousseff começou a falar, desenrolando esse novelo, que agora vai se transformar numa bola de neve, quando Marcelo Odebrecht revelar quem são os mais de 300 personagens da planilha do “Departamento de Propinas”. Também terá de contar como era seu relacionamento próximo com Dilma Rousseff, que ela tentou negar, dizendo não se recordar de ter-se encontrado diversas vezes com ele, conforme já está provado pelas agendas da Presidência. Aí, então, vai ser necessário construir a terceira cela mencionada por Emilio Odebrecht.
Ao contrário do que previu Zavascki, o que ainda está para vir não é o pior, mas o melhor, porque as revelações de Marcelo Odebrecht se destinam a causar a maior renovação política da história desta República. Que assim seja.

Nenhum comentário:

Postar um comentário