segunda-feira, 18 de maio de 2015

Quem lucra com greve na educação?

Antonio Nunes
Quem lucra com greve na educação?
Antonio Nunes de Souza*
Sabemos todos que a instituição da greve com a finalidade de reivindicar direitos, justiças, vantagens, respeito e obrigações pertinentes e necessárias, foi criada há bastante tempo e, seu uso, foi crescendo de tal forma, que hoje é usada como a principal arma contra as grandes injustiças sofridas pelo povo!
Mas, embora reconheçamos essa maneira de cobrar resultados que favoreçam as categorias solicitantes, devemos, antes de tudo, fazer análises sobre os benefícios e os prejuízos que são vistos, claramente, durante as diversas paralizações para as discursões entre os interessados. Os custos e benefícios são, desastrosamente, prejudiciais a toda sociedade, principalmente quando essas greves são na educação, saúde, transporte e segurança. Vertentes essas que, sem nenhuma dúvida, são aliciasses de grande importância para a funcionalidade do nosso país!

Dentre essas vertentes, optarei em falar sobre a educação, pois, seguramente, é a maior das necessidades básicas dos homens e, ao mesmo tempo, um esteio para todas as outras áreas. Saúde, segurança, transporte, etc., dependem diretamente de uma boa educação, não só com diplomas ou licenciaturas, mas, principalmente, pela qualificação das pessoas para exercerem cargos com desenvolturas e benefícios para o povo. Sem a educação, nenhuma dessas vertentes funcionará a contento atendendo as necessidades que todos precisam e esperam em suas cidades e comunidades.

Creio que, deixando as políticas de oposições, desejosas de tomar os poderes dados pela constituição, de estimular as greves sem que tenham tentado diálogos com quem pode decidir, vendo inclusive se existe possibilidades para todos os atendimentos, com relação aos recursos disponíveis, seja feito uma análise mais humana, social e patriótica, discutindo com os escalões com poderes decisórios, no sentido de se chegar a um denominador comum, sem que seja as prejudiciais e absurdas greves que prejudicam o país inteiro, inclusive os grevistas, filhos, netos e agregados. Com a educação aprendemos a votar bem melhor e, importantíssimo, saberemos cobrar e exigir, veementemente, aos administradores, legisladores e governantes, justiça social e cumprimento na valorização dos trabalhos exercidos pelo povo!

Vamos trabalhar mais as nossas mentes, deixar de tomar atitudes reflexíveis, evitando esse instrumento instituído que, infelizmente, paralisa muitas vezes milhares de cidades, pondo em risco as comunidades durante suas durações, sendo em alguns casos, com resultados poucos e danosos.


Pelo menos na educação, sugerimos que, pelo nível de ilustração, sejamos mais benevolentes com os alunos, que no momento festejam não ter aulas, mas, no futuro, os resultados serão desastrosos.
Vamos aprender a exigir os nossos direitos junto aqueles que elegemos e colocamos nos poderes, mas, para isso, é preciso que sejamos, literalmente, bastante educados!


*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras de Itabuna- BA.antoniodaagral26@hotmail.com  

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