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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Marinho questiona subutilização das arenas

O deputado federal Márcio Marinho (PRB/BA), presidente da Comissão do Esporte (Cespo), pediu esclarecimentos sobre a manutenção das arenas com menor tradição futebolística, durante audiência pública realizada no Plenário 4 da Câmara dos Deputados, para debater a subutilização dos estádios de futebol construídos para a Copa do Mundo de 2014. O parlamentar questionou também o motivo pelo qual o Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF), é administrado pela Secretária de Turismo e o elevado preços dos ingressos, e lembrou ainda a proibição de um show na Fonte Nova, em Salvador (BA).  

O presidente da Associação Brasileira dos Operadores e Fornecedores para Arenas Multiusos (Abrarenas), Eduardo Martins, mostrou preocupação com o acesso dos torcedores aos estádios e informou que a ocupação média de público durante o Campeonato Brasileiro de 2014 foi de 16.555 torcedores por partida. “O torcedor precisa ter acesso facilitado porque os jovens estão preferindo assistir o campeonato espanhol pela TV do que os jogos do futebol brasileiro”, disse.
O secretário nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor do Ministério do Esporte, Rogério Hamam explicou que os gestores dos estádios multiusos são responsáveis pela realização de jogos, shows, congressos e convenções para conseguir recursos para amenizar despesas e movimentar o turismo em suas sedes. “As arenas têm se tornado fundamentais para o desenvolvimento do turismo”, afirma.  
O Secretário de Turismo do Distrito Federal, Jaime Recena, disse que o preço dos ingressos é cobrado pelo clube mandante e o Estádio Mané Garrincha vem cumprindo sua missão de arena multiuso. Ele explicou que a secretaria é um instrumento de desenvolvimento de grandes eventos e as características do estádio não é só de jogos de futebol.  Recena confirmou que o estádio já tem 50 eventos confirmados e vai transferir três secretários para o local o que vai gerar uma economia anual de R$ 14 milhões aos cofres públicos.
Na opinião de Márcio Marinho, a agenda positiva do futebol além das dívidas dos clubes também tem de evitar que as arenas se transformem em  “elefante branco”. O parlamentar disse que está trabalhando para o desenvolvimento do esporte brasileiro como inclusão social para proporcionar saúde à população e evitar que crianças, adolescentes e jovens se envolvam com as drogas.
Da assessoria do deputado


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