segunda-feira, 23 de março de 2015

Jovens em desacordo com a lei são assistidos pelo Creas em Ilhéus

 O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Medidas SocMenores têm acesso a oficinas e aulas de alfabetização, além de  contar com acompanhamento de psicólogos e assistentes sociaisioeducativas (MSE), mantido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS) de Ilhéus tem realizado uma série de atividades para os 119 adolescentes que realizaram atos em desacordo com a lei e agora são assistidos pelo centro. Na sede do Creas, são realizadas oficinas que versam sobre a espiritualidade, sexualidade, meio ambiente, entre outras. Os adolescentes que cumprem medidas socioeducativas chegam ao Creas MSE através de encaminhamento da Vara da Infância da Comarca de Ilhéus.

O titular da SDS, Jamil Ocké, afirma que “o programa é importante para que estes jovens possam se reintegrar à sociedade, além de obter retorno financeiro através de oficinas e cursos profissionalizantes oferecidos pelo Creas MSE”. Através de atendimento psicológico, atividades diversas, os adolescentes encontram meios para mudar e melhorar sua convivência com a família e a sociedade em geral. Recentemente, os adolescentes participaram de oficina de cidadania e de reutilização de garrafas de vidro. Esta última teve como objetivo fomentar a discussão sobre o meio ambiente e as maneiras de reaproveitar o lixo.
O serviço segue as regras estabelecidas pelo Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase), Lei nº 12594/12, e trabalha com equipe multidisciplinar, cujo objetivo é a implementação de políticas públicas especificamente destinadas aos adolescentes e suas famílias. São ofertados, além dos serviços lúdicos, aulas do programa Todos Pela Alfabetização (TOPA) para os adolescentes que cumprem Liberdade Assistida (LA) e Prestação de Serviço Comunitário (PSC).
Conforme destaca Fanny Rossi, coordenadora do Creas, “as oficinas são importantes para trabalhar o desenvolvimento cognitivo e a valorização destes adolescentes”. Rossi salienta ainda, que para melhor funcionamento do programa e para se ter maior obtenção de resultados positivos, os adolescentes são acompanhados por psicólogos e assistentes sociais. “E um dos fatores imprescindíveis é a participação desses menores na escola, como incentivo para que os mesmos se reabilitem”, finaliza.
  Comunicação Social – Secom
Ilhéus  - 23.03.15

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