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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Caps de Canavieiras faz caminhada pelo Dia Mundial da Saúde Mental




A Prefeitura de Canavieiras, por meio da Secretaria da Saúde, promove nesta sexta-feira (10), às 9 horas, uma caminhada em comemoração ao Dia Mundial da Saúde Mental. Organizada pelo Centro de Assistência Psicossocial (Caps), a caminhada sairá da Unidade de Saúde Dr. Talma Cajueiro, na Rua 13 (Octavio Mangabeira) e percorrerá as principais ruas da cidade, até a sede do Caps, na avenida São Francisco.


Segundo o coordenador do Caps, o enfermeiro Edval Júnior, as comemorações do dia 10 de outubro visam chamar a atenção pública para a questão da saúde mental global, e identificá-la como uma causa comum a todos os povos, ultrapassando barreiras nacionais, culturais, políticos ou socioeconômicas. “Ter deficiência mental não significa parar a vida e sim ultrapassar os limites que a vida dá”, explica o coordenador Júnior.

No entender da secretária da Saúde de Canavieiras, Roberta Barros, o Caps tem uma atuação importante, pois é um instrumento que viabiliza a relação entre a família e usuário e entre o usuário e a instituição, incentivando a participação dos familiares, profissionais, e da comunidade. Para ela, esse trabalho significa uma troca importante no convívio do indivíduo, que encontra no Caps um apoio, no qual se estabelece uma relação de encontros com outros usuários e profissionais, mantendo-se diálogos relacionados às suas necessidades, desejos, histórias e conhecimentos específicos.

De acordo com Edval Júnior, toda a pessoa portadora de qualquer tipo de deficiência tem direito garantido em lei de usufruir de todas as facilidades e oportunidades dentro da sociedade em que vive. “A sociedade precisa enxergar essas pessoas como indivíduos com direitos, capazes de criar e desenvolver atividades, aceitar suas diferenças e conviver com elas. Só assim teremos uma sociedade justa e igualitária”, conceitua. 

Direitos assegurados - A Política Nacional de Saúde Mental, apoiada na lei 10.216/02, busca consolidar um modelo de atenção à saúde mental aberto e de base comunitária. Isto é, que garante a livre circulação das pessoas com transtornos mentais pelos serviços, comunidade e cidade, e oferece cuidados com base nos recursos que a comunidade oferece. 

O modelo conta com uma rede de serviços e equipamentos variados tais como os Centros de Atenção Psicossocial (Caps), os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRT), os Centros de Convivência e Cultura e os leitos de atenção integral. O Programa de Volta para Casa que oferece bolsas para egressos de longas internações em hospitais psiquiátricos, também faz parte desta política. A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a saúde mental uma prioridade e diz que a questão da saúde mental não é estritamente um problema de saúde.
(08-10-14 WR)

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