Postagem em destaque

Centro Pop de Itabuna promove trabalho de assistência aos moradores de rua

O Centro de Referência Especializada para os Cidadãos de Situação de Rua – Centro Pop atende mais de 70 pessoas que vivem nas ruas de ...

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

EMASA lança programa para reduzir ligações clandestinas em Itabuna

postdateiconSeg, 23 de Dezembro de 2013 09:54


A EMASA trabalha para reduzir o número de ligações clandestinas, que pode chegar a nove mil (os chamados gatos). Para isso, a empresa lançou neste mês o Programa de Redução das Ligações Clandestinas e de Contas a Receber, que tem como tema central “Consumo legal de água”, visando a regularização pelo usuário do consumo indevido mediante o pagamento da dívida, com isenção parcial ou total de multas e juros. A proposta tem validade até o dia 31 deste mês. Após esse prazo o consumidor perde as vantagens oferecidas pela empresa.

O presidente da Emasa, Ricardo Campos, informou que a partir da regularização da sua situação, o usuário terá religada a água, não precisará pagar multa e juros e, a depender de cada caso, poderá dividir o débito em até quatro parcelas. Já os usuários cadastrados e beneficiados pela Tarifa Social podem parcelar o débito em até 36 vezes com a exclusão em 100% de juros e mora, mas o pagamento da primeira parcela terá que ser o equivalente a 10% sobre o valor total da divida.  

“Não pretendemos punir o usuário, mas evitar que haja desperdício de água e perdas para a empresa, que não só deixa de receber pelos serviços prestados e investir em novos projetos, como também para a comunidade que termina pagando pelos inadimplentes”, justifica Ricardo. O presidente afirma que a partir de 2014 a EMASA vai intensificar a fiscalização dessas pessoas que se beneficiam de ligações clandestinas e que são as que mais desperdiçam água, porque não pagam, segundo ele.

O presidente disse ainda que a Emasa não cobra pela água que chega às torneiras e reservatórios das residências, já que água é um patrimônio público da humanidade. “O que se cobra, efetivamente, é pelo serviço que a empresa presta por meio do sistema de coleta e tratamento da água e esgoto, utilização das redes de transmissão e pela parte burocrática e administrativa”, explicita.

Ricardo Campos diz que, se o usuário deixa de honrar com seu compromisso financeiro pelo serviço que recebe, a EMASA é penalizada duas vezes. Primeiro, porque paga impostos baseados na prestação de serviço que faz. Depois, porque não recebe o valor devido em razão das ligações clandestinas. O dirigente informou ainda que atualmente existem cerca de 59 mil ligações regulares, sendo que 98% delas contam com fornecimento de água tratada e 70% são atendidas com rede de coleta do esgotos sanitários.

Da - assessoria

Nenhum comentário:

Postar um comentário