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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Artigo: Seguramente vamos ampliar!


                                                               Antonio Nunes de Souza*
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Sem querer entrar no mérito clínico e medicinal, já que nossa competência se restringi a opiniões singelas e pouco sólidas, não posso deixar de apenas, leigamente, dizer que, com a chegada dos médicos estrangeiros ao país, automaticamente e forçosamente, o governo terá a obrigatoriedade de proceder com a máxima urgência, uma estruturação necessária para que esses homens possam trabalhar dignamente, como nosso sofrido povo brasileiro merece. E, para justificar tal atitude que conta com a desaprovação de uma ala do povo e algumas instituições, certamente seremos todos agraciados com bons postos, hospitais, ambulâncias, medicamentos, etc., pois, nada adiantará, contarmos com os profissionais da saúde e esses não tenham as condições normais para exercer suas funções atendendo as comunidades!

Antes de fazer conjecturas e premunições como muitos já estão fazendo, prefiro torcer, não apenas para ser solidário ao governo, mas, seguramente, pensando no melhor tratamento que o povo receberá.

Entretanto, quando pensei e comecei em escrever esse texto, minha mente criativa cheia de elucubrações e algumas semi loucuras, estava focada na nossa certa e tranqüila ampliação de ritmos que teremos em nosso incomensurável cabedal de passes e requebrados, herdados de outros povos, como as variações em torno dos temas, criadas pelos próprios brasileiros. E, desta feita, será mais que rapidamente agregado ao nosso tabuleiro de requebrados, o famoso e sensual “merengue”. Nós brasileiros, dançantes por tradição e agregadores de culturas dessa vertente, não pestanejamos quando é para rebolar a bunda, fazer esfregações, caras e bocas provocantes e, conseqüentemente, terminar numa “ficada”, passiva de mais uma produção independente. Creio que já faz parte integrante do nosso quente e sadio sangue latino!

Obviamente, teremos outras ampliações, uma vez que receberemos grupos de médicos de outros países e, com certeza, também trarão seus hábitos e tradições.


Assim sendo, vamos pedir a Deus que também não venha o hábito de fumar charutos e outras “cositas mas”. Devemos nos preparar para já no próximo carnaval, ver encima dos trios um grupo de médicos cubanos dançando e cantando, ao mesmo tempo em que grita para a multidão alegre e feliz: “Arriba los pés muchachos”!


*Escritor – Membro da Academia Grapiúna de Letras – antoniodaagral26@hotmail.com

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